domingo, 17 de fevereiro de 2008

Cheirar bem, realizar bem

Milos for man

5 comentários:

  1. Eu tinha usado este trocadilho num contexto bastante diferente, ainda nos tempos em que não fazia parte da família minimalista. Check it out.

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  2. A verdade está do lado do joe.
    No entanto, o ente obscuro que é a Girência deste tasco decidiu aceitar a posta french-guardiana, definitivamente seduzida pelo aproveitamento diferente do tema e pelo belo efeito visual com que a entrada nos bafeja, a qual - adivinhamos - terá comido demasiado tempo e cabeça ao seu subscritor para agora ser obliterada. obliterá-la consubstanciaria, isso sim e no mínimo, um chuto no baixo ventre da criatividade visual, que deve florescer livre e selvagem por este tasco.
    As imagens pornográficas, no entanto, apenas devem ser usadas quando o seu grau de comicidade suplante o choque inicial, isto é, quando nos «caguemos a rir com aquilo».
    Girência has spoken. Long live Girência.

    A Girência

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  3. Joe is right, Joe is right, mas julgo beneficiar, não só de um erro inconsciente, mas também de ter usado um outro "Milo", que torna a coisa, não direi inteiramente diferente, mas também não inteiramente igual.

    Quanto à Girência, a quem encomedei o parecer que antecede, informo que ainda não pude fazer a transferência bancária das respectivas "luvas", porque perdi o NIB.

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  4. Longe do Joe querer obliterar, achincalhar ou sequer desflorecer a bela posta de milos fornecida pelo senhor guarda. O Joe limitou-se a constatar uma coincidência, tornada possível apenas por um nome tão ridículo e propenso a trocadilhos que só podia vir de um cineasta checo.
    Repararam que agora o Joe fala como o Nené e o Jardel?

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  5. Joe é fixe. E French Guard também é fixe.

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